​ Já era amor antes de ser nós

segunda-feira, maio 08, 2017


Não é nem de longe uma simples história de um casal, está mais para uma história de queda livre para o que nós chamamos de se apaixonar e amar.

Começo tendo a plena certeza que se tivesse te conhecido antes do meu primeiro beijo, da minha primeira vez evitaríamos talvez 80% das nossas brigas. Se tivesse te conhecido antes do meu primeiro copo e do meu primeiro vexame bêbada, tudo seria diferente, mas não seria a gente.

Nossas verdades às vezes bate, se completa, e às vezes apanha. Não somos típicos casais de filmes e novelas, somos aquele da vida real, que briga, chora, que vai embora e volta, mesmo sem buquê e chocolates importados.

 Mas isso não importa, nunca importou.

Queria ter conhecido você antes de tentar me envolver com alguém, porque cá entre nós, todas as tentativas foram péssimas, não consegui sequer me apaixonar. Mas aí novamente se encaixa a parte quê: Me encantei por você, cheio de verdades que às vezes bate, acompanha e se soca, com marcas e cicatrizes que a vida deixou, cheio de vontade de viver sempre em aventuras, diríamos quê: espírito livre e aventureiro.

 Loucura? Seria se eu não tivesse me apaixonado. Confesso que vivemos em uma relacionamento complexo, ou talvez um relacionamento típico de pessoas intensas e exageradas. Já disse que amo teu exagero? Ok, voltando ao foco. Mesmo sendo você e eu, nos tornamos singular, e de uma forma difícil de explicar. Não é a tentativa de sermos um clichê, afinal, sermos fora do padrão que nos torna tão nós. Quem me vê sorrindo sabe que te encontrei, e pra isso não é necessário saber sequer o teu nome, o meu riso tem você não só como motivo, mas como base. O brilho no meu olhar só não brilha mais que o sol porque assim seria possível de enxergar.

O seu ciúmes é a plena certeza do seu cuidado, deve pensar que sou louca, mas amo o seu ciúmes. Amo o jeito que tens para me cuidar e me proteger, afinal, te fiz de Porto Seguro. Algumas pessoas levam tempo para entender o que sente, e ás veze não se permite viver aquilo por ser "clichê". Mas nós somos diferente, entramos de cabeça, mal sabíamos onde estávamos entrando apenas deixamos acontecer, e foi.


Não só foi, como é. É e será por muito tempo, pois já provamos que de todas as loucuras de amor, nos tornamos singular.



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